A Meta Platforms desenvolve ferramentas que permitem aos usuários manter presença ativa nas redes sociais mesmo após a morte.
A proposta prevê a criação de réplicas digitais capazes de interagir automaticamente. Essas contas poderão responder mensagens e publicar conteúdos no Facebook e no Instagram, simulando a continuidade da atividade do usuário.
A iniciativa amplia o modelo atual de perfis memoriais. Hoje, essas contas permanecem estáticas, sem novas interações.
Segundo estimativas, até 2070, o número de perfis de pessoas falecidas no Facebook deve ultrapassar o de usuários vivos.
A proposta levanta debates sobre ética, privacidade e os limites da presença digital após a morte.