
Alguns países reúnem dezenas. Outros concentram centenas de bilionários. O movimento cria verdadeiros polos globais de riqueza e amplia a concentração de poder econômico.
Os Estados Unidos lideram o ranking, com 902 bilionários e patrimônio combinado de US$ 6,8 trilhões. Em seguida aparecem China, com 450 bilionários e US$ 1,7 trilhão, e Índia, com 205 nomes e US$ 941 bilhões.
Alemanha e Rússia também registram números expressivos. Os dados reforçam que riqueza e influência econômica caminham juntas no cenário internacional.
Brasil, Reino Unido, Itália, Canadá e Hong Kong completam a lista. Embora tenham menos bilionários, concentram fortunas relevantes.
O cenário revela uma tendência clara: poucos países acumulam grande parte da riqueza global. Isso ajuda a explicar o atual equilíbrio — e as disputas — no jogo econômico mundial.


