Copa do Mundo de 2026 será a mais cara da história

de Návio Leão

A contagem regressiva para o maior evento do futebol mundial já começou. Além disso, a Copa do Mundo de 2026 está a pouco mais de um mês de começar. No entanto, o clima entre os brasileiros ainda é de pouca empolgação.

De acordo com levantamentos recentes, mais da metade da população demonstra baixo interesse pelo torneio. Ou seja, esse é o maior índice já registrado na série histórica.

Custos elevados afastam torcedores

Principalmente por questões financeiras, o interesse caiu. Segundo análise da Moody’s, esta será a Copa mais cara de todos os tempos.

Além disso, os jogos acontecerão nos Estados Unidos, México e Canadá. Portanto, os gastos com passagens, hospedagem e deslocamentos aumentam ainda mais.

Dessa forma, para muitos brasileiros, acompanhar a competição de perto virou um desafio financeiro. Em outras palavras, o sonho do hexa esbarra no alto custo da viagem.

Ingressos e transporte têm valores elevados

Além dos custos de viagem, os ingressos também chamam atenção. Inclusive, torcedores já denunciaram a FIFA à Comissão Europeia por valores considerados abusivos.

Por exemplo, os bilhetes mais baratos para a final custam cerca de US$ 4.185. Em reais, o valor ultrapassa R$ 21 mil. Ou seja, o preço é sete vezes maior que o registrado na final da Copa do Catar.

Da mesma forma, o transporte também pesa no bolso. Na região de Nova York/New Jersey, o trajeto até o MetLife Stadium pode custar US$ 150. Em contrapartida, em dias comuns, a tarifa é de aproximadamente US$ 12,90.

Viagem econômica ainda exige alto investimento

Mesmo em um cenário econômico, os custos continuam elevados. Por exemplo, uma viagem de sete dias para Miami pode chegar a R$ 8.680. No entanto, o valor não inclui ingressos para os jogos.

Assim, a edição de 2026 se consolida como a mais cara da história. Por fim, o cenário reforça a distância entre o torcedor e o estádio.

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