
O Procon Goiás autuou quatro distribuidoras de combustíveis durante fiscalização em Senador Canedo. A ação integra a Operação Combustível Justo, iniciada na terça-feira (11).
Além do Procon, participam da operação a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon), a Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DOT) e a Polícia Militar.
Ao todo, as equipes fiscalizaram 14 distribuidoras de combustíveis. Durante a ação, os fiscais identificaram irregularidades em quatro empresas.
Operação investiga aumento no preço do diesel
A fiscalização começou após técnicos identificarem aumento abrupto no preço do diesel em postos de combustíveis.
Em alguns casos, o litro passou de cerca de R$ 5,30 para até R$ 7,80.
Por isso, os órgãos iniciaram a Operação Combustível Justo. Dessa forma, as equipes analisam toda a cadeia de distribuição de combustíveis.
Além disso, os fiscais avaliam as justificativas apresentadas pelas empresas.
Segundo os órgãos responsáveis, a Petrobras não anunciou aumento recente no preço do diesel para distribuidoras.
Procon alerta para impacto no custo de vida
O superintendente do Procon Goiás, Marco Palmerston, destacou que o mercado precisa agir com responsabilidade.
Segundo ele, aumentos injustificados afetam diretamente a população.
“Aumento do diesel significa elevação do frete, dos alimentos e de insumos”, afirmou.
Além disso, Palmerston reforçou que o órgão não aceitará aumentos desproporcionais.
“Não vamos permitir que consumidores e transportadores goianos sofram prejuízos”, afirmou.
Por fim, o Procon destacou que o mercado de combustíveis precisa agir com transparência na formação de preços.


