
Primeiro de tudo, é que muitos idólatras falseiam a verdade sobre esse tema.
Daí a importância de não ter preguiça para checar, de fato, o que é fato e o que muitos querem que as pessoas acreditem que seja verdade.
O uso do Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF) – popularmente chamado de cartão corporativo – tem sido alvo frequente de debate sobre transparência e gastos públicos no Brasil.
Esse terceiro mandato do presidente Lula caminha para se tornar o mais caro da história em despesas com cartões corporativos. As informações vindas do Planalto dão conta de que o governo tem gastado com o necessário para fazer a máquina rodar, e todos os desembolsos refletem necessidades operacionais e de segurança do patrimônio público.
Segundo o Tribunal de Contas da União, entre o início de 2023 e abril de 2025, foram gastos R$ 55,4 mi. Nesse cenário, se o ritmo médio de R$ 2 mi por mês se mantiver, o governo terá o maior gasto desde a criação do cartão, em 2001.
Para efeito de comparação, durante a gestão de Jair Bolsonaro, os gastos somaram cerca de R$ 32,6 mi, com uma média de R$ 8 mi por ano. O primeiro mandato de Lula ainda lidera o ranking, com R$ 70 mi em despesas.
Em fevereiro deste ano, o portal Aos Fatos, através do jornalista Marco Faustino, esclareceu um caso emblemático sobre esse assunto, quando foi publicado um post comparando os gastos de Lula 3, de R$ 1,7 bilhão, contra R$ 27 milhões de todo o governo Bolsonaro. O post foi desmentido por vários veículos, entre eles Estadão e Veja.
Como os dados desses R$ 55 milhões do atual Governo Federal estão em sigilo, há uma dificuldade para checagem. Mas devemos aprofundar no assunto, verificando, inclusive, a abrangência desses gastos e os setores em que estão as despesas, e só depois disso emitir opiniões. Isso é o que manda o verdadeiro código de ética. A pergunta que fica é só uma: quem, de fato, vai segui-lo?
Escrito por: Návio Leão com informaçoes do portal The News, UOL, Estadão e Aos Fatos.


