PT define Luis Cesar Bueno como pré-candidato ao Governo de Goiás em 2026

de Návio Leão

O Partido dos Trabalhadores (PT) definiu o ex-deputado estadual Luis Cesar Bueno como pré-candidato ao Governo de Goiás nas eleições de 2026. A decisão foi tomada pela executiva estadual da legenda nesta segunda-feira (8).

A definição encerra um período de discussões internas sobre quem representaria o partido na disputa pelo Palácio das Esmeraldas.

Desistências influenciaram decisão

A escolha de Luis Cesar Bueno ocorreu após a desistência do produtor rural Flávio Faedo, que era considerado uma das alternativas para a candidatura petista. Ele retirou seu nome da disputa alegando questões familiares e profissionais.

Outro fator que pesou na decisão foi a recusa da deputada federal Adriana Accorsi em disputar o governo estadual. Apesar de ser apontada por setores da legenda como um dos nomes mais competitivos, a parlamentar optou por buscar a reeleição para a Câmara dos Deputados.

PT busca ampliar alianças para 2026

Segundo lideranças do partido, o próximo passo será a construção da chapa majoritária em conjunto com as siglas que integram a Frente Democrática. O grupo é formado pela Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PCdoB e PV, além de PSB, PDT e Federação Rede-Psol.

A estratégia é fortalecer o campo de oposição ao grupo político que atualmente governa o Estado e ampliar a aliança para as eleições de outubro de 2026.

Articulação nacional ainda deve participar do processo

Nos bastidores, a definição ainda deverá passar por conversas com a direção nacional do partido.

O nome de Luis Cesar Bueno conta com apoio de lideranças históricas do PT em Goiás. No entanto, integrantes da legenda avaliam que a executiva nacional poderá participar das articulações para fortalecer o projeto eleitoral da sigla no Estado.

A definição marca o início da preparação do partido para a disputa ao Governo de Goiás em 2026. Entre os nomes já colocados para a corrida eleitoral está o governador Daniel Vilela, que deverá buscar a permanência no cargo após assumir o comando do Estado neste ano.

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